{"id":6498,"date":"2019-08-06T09:30:35","date_gmt":"2019-08-06T12:30:35","guid":{"rendered":"http:\/\/vsmeq.ufsj.edu.br\/?page_id=6498"},"modified":"2019-08-16T07:10:13","modified_gmt":"2019-08-16T10:10:13","slug":"resumos-das-palestras-e-mesas-redondas","status":"publish","type":"page","link":"http:\/\/vsmeq.ufsj.edu.br\/index.php\/resumos-das-palestras-e-mesas-redondas\/","title":{"rendered":"Resumos das palestras e mesas-redondas"},"content":{"rendered":"[vc_row type=&#8221;in_container&#8221; full_screen_row_position=&#8221;middle&#8221; scene_position=&#8221;center&#8221; text_color=&#8221;dark&#8221; text_align=&#8221;left&#8221; overlay_strength=&#8221;0.3&#8243; shape_divider_position=&#8221;bottom&#8221;][vc_column column_padding=&#8221;no-extra-padding&#8221; column_padding_position=&#8221;all&#8221; background_color_opacity=&#8221;1&#8243; background_hover_color_opacity=&#8221;1&#8243; column_link_target=&#8221;_self&#8221; column_shadow=&#8221;none&#8221; column_border_radius=&#8221;none&#8221; width=&#8221;1\/1&#8243; tablet_width_inherit=&#8221;default&#8221; tablet_text_alignment=&#8221;default&#8221; phone_text_alignment=&#8221;default&#8221; column_border_width=&#8221;none&#8221; column_border_style=&#8221;solid&#8221;][vc_column_text][\/vc_column_text][\/vc_column][\/vc_row]\n<p><strong>Science education: both personal and social, <\/strong>William W Cobern, Western Michigan University<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/vsmeq.ufsj.edu.br\/wp-content\/uploads\/2019\/08\/CV.pdf\">CV<\/a><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/vsmeq.ufsj.edu.br\/wp-content\/uploads\/2019\/08\/Presentation-v7-final-rev2-Salvo-automaticamente.pdf\">Apresenta\u00e7\u00e3o em PDF<\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Science is both personal and social. We all have personal feelings about science and what we feel and what we know about science is socially embedded. Perhaps we can improve science education for students if we teach science reflecting the personal and social aspects of science. This presentation begins with the personal: myself. I begin with my personal reflection on science as an example, and then examples of how science becomes personal for students and teachers. The presentation then moves into the social dimensions of science. Since the ideas in this talk are somewhat related to the nature of science, I will distinguish between teaching the nature of science and teaching that includes the personal and the social. The presentation concludes with suggestions for how teachers might interweave personal and social into their science instruction.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span lang=\"PT-BR\"><strong>A contribui\u00e7\u00e3o do pensamento pol\u00edtico-pedag\u00f3gico de Paulo Freire para pol\u00edticas e pr\u00e1ticas curriculares no Ensino de Qu\u00edmica<\/strong>, <\/span><span lang=\"PT-BR\">Marilia Gabriela de Menezes Guedes<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span lang=\"PT-BR\">Fil\u00f3sofos, educadores e curriculistas comprometidos com o paradigma da educa\u00e7\u00e3o emancipat\u00f3ria de v\u00e1rios pa\u00edses compartilham a ideia de que o pensamento pol\u00edtico-pedag\u00f3gico de Paulo Freire est\u00e1 sempre em movimento e dialoga com diferentes quest\u00f5es contempor\u00e2neas, assim como traz elementos norteadores para a constru\u00e7\u00e3o da teoria curricular emancipat\u00f3ria e eticamente comprometida com humaniza\u00e7\u00e3o dos sujeitos.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span lang=\"PT-BR\">Na perspectiva freireana, a possibilidade de compreens\u00e3o e conscientiza\u00e7\u00e3o acerca da realidade se d\u00e1 por meio da educa\u00e7\u00e3o problematizadora, que tem, no di\u00e1logo, o princ\u00edpio da a\u00e7\u00e3o pedag\u00f3gica. Paulo Freire atribui a educa\u00e7\u00e3o o papel de contribuir com o processo de transforma\u00e7\u00e3o social, pois, para ele, a educa\u00e7\u00e3o \u00e9 dial\u00f3gico-dial\u00e9tica, na medida em que o ato educativo pode superar a pr\u00e1tica de domina\u00e7\u00e3o e construir uma pr\u00e1tica da liberdade em que educador e educando s\u00e3o os protagonistas do processo que, juntos, dialogam e constroem o conhecimento mediante an\u00e1lise cr\u00edtica das rela\u00e7\u00f5es entre os sujeitos e o mundo. Esse movimento decorre da compreens\u00e3o da educa\u00e7\u00e3o n\u00e3o s\u00f3 como ato de conhecimento, mas tamb\u00e9m como ato pol\u00edtico. Sendo assim, ele v\u00ea na educa\u00e7\u00e3o a possibilidade de emancipa\u00e7\u00e3o humana no sentido de superar as diferentes formas de opress\u00e3o e domina\u00e7\u00e3o existentes na sociedade contempor\u00e2nea, marcada por pol\u00edticas neoliberais e excludentes. <\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span lang=\"PT-BR\">Entendemos que essa concep\u00e7\u00e3o de educa\u00e7\u00e3o contribui na fundamenta\u00e7\u00e3o de pol\u00edticas e pr\u00e1ticas curriculares no ensino de qu\u00edmica que possibilite a problematiza\u00e7\u00e3o de temas sociais de modo a introduzir a ci\u00eancia como um conhecimento que colabora para a compreens\u00e3o do mundo e de suas transforma\u00e7\u00f5es, do reconhecimento do homem como parte integrante do universo e dos condicionantes das estruturas sociais que alienam e oprimem \u2013 curr\u00edculo pautado na compreens\u00e3o de mundo, de ser humano e de sociedade como unidade dial\u00e9tica, os quais se movem no sentido de inter-rela\u00e7\u00e3o de complementaridade. <\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u201c<strong>SULear vs NORTEar: tempo, espa\u00e7o, lugar e educa\u00e7\u00e3o na proposta SULear<\/strong>\u201d,\u00a0Marcio D\u2019Olne Campos<a href=\"#_ftn1\" name=\"_ftnref1\">[1]<\/a><\/p>\n<p>UNICAMP, Proposta SULear<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">SULear problematiza e contrap\u00f5e o car\u00e1ter ideol\u00f3gico do termo NORTEar (Norte: acima, superior; Sul: abaixo, inferior) para insistir que nossa refer\u00eancia fundamental seja o Sul. Nele vivemos, observamos, pensamos e devemos sempre problematizar essa exist\u00eancia nos opondo \u00e0 l\u00f3gica euroc\u00eantrica que nos imp\u00f5e o Norte como refer\u00eancia geopol\u00edtica universal.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O voc\u00e1bulo \u00e9 um posicionamento cr\u00edtico \u00e0s representa\u00e7\u00f5es geradas pelas refer\u00eancias espaciais e de orienta\u00e7\u00e3o entre o eixo Norte-Sul e as tens\u00f5es oriundas dessa rela\u00e7\u00e3o. Tens\u00f5es essas presentes, por exemplo, nos globos e mapas que nos chegam com as conven\u00e7\u00f5es priorit\u00e1rias do Norte. Tais representa\u00e7\u00f5es marcam e prejudicam nossos pontos de vista, ou referenciais, assim como os referentes nas leituras do mundo e na constru\u00e7\u00e3o do conhecimento.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Desde os primeiros anos da escola somos ensinados a apontar o Sol nascente com a m\u00e3o direita para nos ORIENTarmos. Com isso nos colocam de costas para o Cruzeiro do Sul que \u2013 ao contr\u00e1rio da Estrela Polar para o Norte \u2013 \u00e9 a constela\u00e7\u00e3o que nos permite SULear \u00e0 noite.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Discutiremos essas quest\u00f5es com especial aten\u00e7\u00e3o para as regras de orienta\u00e7\u00e3o espacial que constantemente nos agridem no ensino fundamental. Salientaremos como \u00e9 importante nos sentirmos desNORTEados em benef\u00edcio de uma educa\u00e7\u00e3o problematizadora e, portanto, mais transformadora para que estejamos apropriadamente situados nos espa\u00e7os e lugares do Sul \u2013 SULeados.<\/p>\n<p><strong>REFER\u00caNCIAS<\/strong><\/p>\n<p>&#8211; SILVA JUNIOR, Antonio Carlos. Sulear (verbete Wikip\u00e9dia): &lt;https:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Sulear&gt;<\/p>\n<p>&#8211; Site SULear: &lt;<a href=\"http:\/\/www.sulear.com.br\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">http:\/\/www.sulear.com.br<\/a>&gt;<\/p>\n<p>&#8211; CAMPOS, Marcio D\u2019Olne. Por que SULear? Astronomias do Sul e culturas locais: &lt;http:\/\/sulear.com.br\/beta3\/wp-content\/uploads\/2019\/05\/CAMPOS-MD-Por-que-SULear-dos-anais-v-final.pdf&gt;<\/p>\n<p><a href=\"#_ftnref1\" name=\"_ftn1\">[1]<\/a> Marcio D&#8217;Olne Campos &#8211; mdolnecampos@sulear.com.br<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Decolonialidades na Educa\u00e7\u00e3o em Qu\u00edmica<\/strong>, Bruno Monteiro.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A partir de leituras, estudos, conversas e interlocu\u00e7\u00f5es com outros grupos de pesquisa, vimos refletindo sobre aspectos da colonialidade do saber, ou seja, das diversas quest\u00f5es epistemol\u00f3gicas, que de algum modo, interferem em tem\u00e1ticas que circulam no campo da educa\u00e7\u00e3o em ci\u00eancias. Nossas reflex\u00f5es tem nos deixado inquietos com a percep\u00e7\u00e3o de estarmos impregnados por uma pr\u00e1xis educativa que nos encarcera em modelos euroc\u00eantricos, disciplinares e complacentes com uma maneira universal de praticar a Educa\u00e7\u00e3o em Ci\u00eancias.\u00a0 Na contram\u00e3o desses modelos excludentes, surgem os estudos da decolonialidade e as ditas epistemologias do Sul. Esses estudos instauram uma problematiza\u00e7\u00e3o importante, pois, visam romper com o estatuto das \u201clinhas abissais\u201d apontadas por Boaventura de Sousa Santos &amp; Maria Paula Meneses, contrapondo-se a centraliza\u00e7\u00e3o da l\u00f3gica euroc\u00eantrica de produ\u00e7\u00e3o de conhecimento, revelando uma multiplicidade de epistemologias que emergem das hist\u00f3rias de vida dos indiv\u00edduos, seus grupos, comunidades e sociedades. Nesse sentido, buscaremos fomentar um debate sobre os impactos dos estudos da decolonialidade na educa\u00e7\u00e3o em qu\u00edmica. Argumentaremos que a qu\u00edmica e o seu ensino, sintonizados com uma pauta anticolonial, poder\u00e1 fornecer subs\u00eddios para o enfrentamento de problem\u00e1ticas tecnol\u00f3gicas, sociais e ambientais que assolam a sociedade contempor\u00e2nea e que comprometem o futuro da humanidade.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Afetividade na sala de aula: a influ\u00eancia das emo\u00e7\u00f5es no ensino de Qu\u00edmica<\/strong>,\u00a0Robson Macedo Novais<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A sala de aula de Qu\u00edmica \u00e9 um espa\u00e7o onde os estudantes vivenciam alegrias, tristezas, curiosidade, ansiedade e outras emo\u00e7\u00f5es que marcam as rela\u00e7\u00f5es interpessoais e os v\u00ednculos afetivos que eles estabelecem com o objeto de conhecimento. Tal fato atribui \u00e0 pr\u00e1tica educativa uma dimens\u00e3o afetiva da doc\u00eancia. Considerando esse pressuposto, prop\u00f5e-se, nessa palestra, evidenciar e discutir aspectos da dimens\u00e3o afetiva da doc\u00eancia, com o foco na influ\u00eancia das emo\u00e7\u00f5es no processo de ensino-aprendizagem da Qu\u00edmica. Para isso, ser\u00e3o evocadas contribui\u00e7\u00f5es de diferentes \u00e1reas do conhecimento, como Neuroci\u00eancias, Educa\u00e7\u00e3o, Psicologia Educacional, Neuroeduca\u00e7\u00e3o e Ensino de Ci\u00eancias, em busca de argumentos que justifiquem a considera\u00e7\u00e3o das emo\u00e7\u00f5es no ensino de Qu\u00edmica. Por fim, ser\u00e3o apresentadas e discutidas algumas estrat\u00e9gias de autorregula\u00e7\u00e3o emocional, de forma a oferecer um ponto de partida para que os professores possam considerar aspectos afetivos em sua pr\u00e1tica educativa e viabilizar um ambiente afetivamente favor\u00e1vel \u00e0 aprendizagem de conte\u00fados cient\u00edficos.<\/p>\n<p><strong>Afectividad en la pr\u00e1ctica educativa: la influencia de las emociones en la ense\u00f1anza de la Qu\u00edmica<\/strong>,\u00a0Robson Macedo Novais<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Las clases de Qu\u00edmica son espacios donde los estudiantes experimentan alegr\u00edas, tristezas, curiosidades, ansiedades y otras emociones que marcan las relaciones interpersonales y los v\u00ednculos afectivos que ellos establecen con los contenidos cient\u00edficos. Tal hecho atribuye a la pr\u00e1ctica educativa una dimensi\u00f3n afectiva de la docencia. En este sentido, se propone, en esta conferencia, evidenciar y discutir aspectos de la dimensi\u00f3n afectiva de la docencia, con el foco puesto en la influencia de las emociones en la ense\u00f1anza de la Qu\u00edmica. Para ello, se recurrir\u00e1 a contribuciones de distintas \u00e1reas del conocimiento cient\u00edfico, como las Neurociencias, las Ciencias de la Educaci\u00f3n, la Psicolog\u00eda Educativa, la Neuroeducaci\u00f3n y la Ense\u00f1anza de las Ciencias, todo esto procurando argumentos que justifiquen la consideraci\u00f3n de las emociones en la ense\u00f1anza de la Qu\u00edmica. Por \u00faltimo, se presentar\u00e1n algunas estrategias de autorregulaci\u00f3n emocional que permitan a los profesores mejorar el clima emocional de sus clases con el fin de favorecer el aprendizaje de los contenidos cient\u00edficos.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Leitura e escrita como atividades humanizadoras na Educa\u00e7\u00e3o Qu\u00edmica<\/strong>,\u00a0Cristhiane Carneiro Cunha Fl\u00f4r<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Se pensarmos a qu\u00edmica como uma lente por meio da qual lemos o mundo material, e pensarmos neste mundo como aquele nosso mundo, cotidiano, vivido diariamente no fazer a vida e fazer-se vivo, como a disciplina escolar qu\u00edmica pode contribuir para com essa leitura? O que n\u00f3s, como professores e professoras de qu\u00edmica lemos e trazemos \u00e0 leitura de nossos estudantes? Com esta fala, pretendo trazer uma problematiza\u00e7\u00e3o aos processos de ler e escrever em aulas de qu\u00edmica e algumas sugest\u00f5es como possibilidades de leituras e escrituras outras.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>As cartas pedag\u00f3gicas no tra\u00e7ado de uma forma\u00e7\u00e3o (mais) humana de professores e professoras,\u00a0<\/strong>Bruna Sola da Silva Ramos<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>\u00a0<\/strong>O di\u00e1logo pretendido parte do horizonte nuclear da humaniza\u00e7\u00e3o em Paulo Freire como forma de juntos refletirmos acerca de uma forma\u00e7\u00e3o (mais) humana, que nos instigue a alcan\u00e7ar a doc\u00eancia como compromisso pol\u00edtico-pedag\u00f3gico assumido na luta por justi\u00e7a social. Com Freire, entendemos que a transforma\u00e7\u00e3o da realidade opressora \u00e9 tarefa hist\u00f3rica de homens e mulheres como corpos conscientes, intencionados a uma leitura cr\u00edtico-criativa da palavra e do mundo. Tomando por base este desenho te\u00f3rico-conceitual, discutiremos um importante \u201cachado\u201d da pesquisa de p\u00f3s-doutoramento desenvolvida junto \u00e0 C\u00e1tedra Paulo Freire da UFPE: que o gesto de ler e escrever cartas, mais especificamente cartas pedag\u00f3gicas, \u00e9 interface potente do di\u00e1logo problematizador da realidade no contexto de forma\u00e7\u00e3o permanente de professores e professoras.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Saberes Tradicionais e Ind\u00edgenas na Educa\u00e7\u00e3o Qu\u00edmica<\/strong>, Dra. Anelise Maria Regiani (UFSC).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Uma educa\u00e7\u00e3o cient\u00edfica humanista pressup\u00f5e que os saberes de diferentes sociedades sejam valorizados em processos de ensino e aprendizagem. Argumenta-se que diferentes culturas ao redor do mundo produziram conhecimentos que permitiram viver em ambientes dos mais in\u00f3spitos aos mais amenos. A ci\u00eancia ocidental que conhecemos \u00e9 apenas um dentre os diversos produtos culturais humanos. Assim, o di\u00e1logo intercultural entre ci\u00eancia e saberes tradicionais e ind\u00edgenas em aulas de qu\u00edmica permite reconhecer as contribui\u00e7\u00f5es dessas sociedades \u00e0 ci\u00eancia e \u00e0 cultura. Na palestra ser\u00e3o apresentadas algumas iniciativas j\u00e1 desenvolvidas para o ensino de qu\u00edmica em n\u00edvel m\u00e9dio e na forma\u00e7\u00e3o de professores e algumas reflex\u00f5es sobre a lei 11.645\/2008.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Viv\u00eancias interculturais em Mo\u00e7ambique e sentidos para a forma\u00e7\u00e3o de professores,\u00a0<\/strong>Agnaldo Arroio &#8211; FEUSP<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Hoje nas universidades brasileiras h\u00e1 um incentivo sem precedentes para a\u00e7\u00f5es de internacionaliza\u00e7\u00e3o, programas de governo, acordos de coopera\u00e7\u00e3o, mobilidade acad\u00eamica docente, discente e funcion\u00e1rios. Essa apresenta\u00e7\u00e3o busca refletir sobre viv\u00eancias em outro contexto cultural e suas implica\u00e7\u00f5es profissionais e pessoais. As viv\u00eancias interculturais em quest\u00e3o se referem \u00e0 participa\u00e7\u00e3o em Projeto de Coopera\u00e7\u00e3o Internacional realizado em Mo\u00e7ambique em situa\u00e7\u00e3o de programa de forma\u00e7\u00e3o de professores.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span lang=\"PT-BR\"><strong>O Outro lado da Tabela Peri\u00f3dica<\/strong>,\u00a0<\/span><span lang=\"PT-BR\">Alfredo Mateus<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span lang=\"PT-BR\">A tabela peri\u00f3dica dos elementos qu\u00edmicos \u00e9 uma das imagens mais diretamente e\u00a0intensamente reconhecidas da ci\u00eancia. Seu apelo vai muito al\u00e9m do seu uso por cientistas e no\u00a0contexto escolar. Em 2019 celebramos o Ano Internacional da Tabela Peri\u00f3dica e os 150 anos do\u00a0trabalho de Dimitri Mendeleev que deu origem a ela. Vamos conversar sobre a sua hist\u00f3ria, como ela\u00a0tem influenciado a cultura e a ci\u00eancia e mostrar alguns experimentos espetaculares sobre os\u00a0elementos qu\u00edmicos. Por fim, vamos conversar sobre alguns aspectos de como a tabela pode ser trabalhada em sala de aula.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span lang=\"PT-BR\"><strong>Pesquisa e Doc\u00eancia: Influ\u00eancia e Contribui\u00e7\u00f5es M\u00fatuas<\/strong>,\u00a0<\/span><span lang=\"PT-BR\">Monique Santos<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span lang=\"PT-BR\">A palestra \u201cPesquisa e Doc\u00eancia: Influ\u00eancia e Contribui\u00e7\u00f5es M\u00fatuas\u201d que ir\u00e1 abrir a sess\u00e3o \u201cNovos Talentos\u201d ser\u00e1 proferida com base em minhas experi\u00eancias\/viv\u00eancias profissionais e acad\u00eamicas. Dessa maneira, irei apresentar de maneira resumida um pouco sobre meu percurso formativo e, em seguida e\/ou simultaneamente, irei caracterizar como esse percurso influenciou e contribuiu em minha forma\u00e7\u00e3o tanto como professora quanto como pesquisadora. Durante a apresenta\u00e7\u00e3o, irei destacar momentos espec\u00edficos de determinadas experi\u00eancias\/viv\u00eancias em que tomei consci\u00eancia das influ\u00eancias e contribui\u00e7\u00f5es m\u00fatuas entre a doc\u00eancia e a pesquisa. Al\u00e9m disso, irei ressaltar o quanto essas experi\u00eancias\/viv\u00eancias ao longo (i) das inicia\u00e7\u00f5es \u00e0 doc\u00eancia; (ii) dos est\u00e1gios obrigat\u00f3rios; (iii) das disciplinas Instrumenta\u00e7\u00e3o para o Ensino de Qu\u00edmica e de algumas optativas (por exemplo, Ensino Fundamentado em Modelagem e Introdu\u00e7\u00e3o de Aspectos Hist\u00f3ricos e de Natureza da Ci\u00eancia, ambas no ensino de Qu\u00edmica); (iv) das atua\u00e7\u00f5es como professora designada na rede estadual e substituta na rede federal, ambas no n\u00edvel m\u00e9dio, e como professora estagi\u00e1ria na rede federal, no n\u00edvel superior; (v) das inicia\u00e7\u00f5es cient\u00edficas; (vi) do est\u00e1gio em laborat\u00f3rio de pesquisa; (vii) das v\u00e1rias confer\u00eancias cient\u00edficas que eu havia participado; e (viii) do fato de ter me tornado integrante do Grupo de Pesquisa Reagir e poder conhecer mais sobre o universo da pesquisa na \u00e1rea de Educa\u00e7\u00e3o em Ci\u00eancias atrav\u00e9s das pesquisas realizadas pelos integrantes do Grupo, me possibilitaram fazer tudo aquilo que acreditava\/acredito ser necess\u00e1rio para promover e alcan\u00e7ar uma educa\u00e7\u00e3o cient\u00edfica mais aut\u00eantica. Para finalizar, irei dar alguns exemplos, com base em meu percurso formativo, de algumas influ\u00eancias e contribui\u00e7\u00f5es que a doc\u00eancia pode sofrer e proporcionar para a pesquisa e vice-versa, tais como: (i) quais tipos de atividade s\u00e3o mais adequados para que eu consiga alcan\u00e7ar meus objetivos como professora e\/ou responder minhas quest\u00f5es de pesquisa como pesquisadora (pensando em pesquisas emp\u00edricas desenvolvidas em sala de aula); (ii) quais s\u00e3o as maneiras mais adequadas, em termos de metodologias de pesquisa na \u00e1rea de Educa\u00e7\u00e3o em Ci\u00eancia, para eu desenvolver determinados tipos de atividades; (iii) qual \u00e9 a viabilidade de determinados tipos de atividade e\/ou de maneiras de desenvolv\u00ea-las ao longo de um curso de mestrado e\/ou doutorado; dentre outros. Por fim, pretendo destacar o qu\u00e3o importante \u00e9, na medida do poss\u00edvel, conciliar a teoria (academia \u2013 pesquisa) com a pr\u00e1tica (escola \u2013 doc\u00eancia). Isto porque, \u00e9 importante que n\u00f3s, enquanto futuros formadores de professores, conhe\u00e7amos e saibamos falar sobre tal realidade. Caso contr\u00e1rio, como iremos contribuir na forma\u00e7\u00e3o de futuros professores e desenvolver pesquisas que promovam e alcancem uma educa\u00e7\u00e3o cient\u00edfica mais aut\u00eantica?<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Science teacher professional development,\u00a0<\/strong>Sel\u00e7uk \u015eAH\u0130NG\u00d6Z<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">The primary goal of the speech is thinking about science education and better understanding of science teacher professional development considering different cultures. This speech includes my personal experiences relevant to science education in Turkey and the USA. The preseantation begins with how Turkish Science Education works. Then, it goes on comparing Turkish and American Science Education. I have taken science methods courses several times from different instructors at Western Michigan Universtiy. I will share what I learned about the USA and what I know about Turkey. The speech also emphasizes the importance of scientific literacy and inquiry-based science teaching. I will give several examples related with my doctoral dissertation findings about instructional preferences middle school science teachers. The speech ends with suggestions what you should pay attention to enhance your professional development as teacher candidates.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>MESA-REDONDA: POL\u00cdTICA, EDUCA\u00c7\u00c3O E OS SMEQS<\/strong>, Vin\u00edcius Cat\u00e3o, Jos\u00e9 Guilherme da Silva Lopes e Bruno Monteiro.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os atuais encontros cient\u00edficos relacionados ao Ensino de Ci\u00eancias\/Qu\u00edmica t\u00eam fomentado relevantes debates para a forma\u00e7\u00e3o inicial e continuada dos professores. Dentre eles, destacam-se o Simp\u00f3sio Brasileiro de Educa\u00e7\u00e3o Qu\u00edmica, o Encontro Nacional de Ensino de Qu\u00edmica, o Evento de Educa\u00e7\u00e3o em Qu\u00edmica, o Encontro Paulista de Pesquisa em Ensino de Qu\u00edmica, o Congresso Paranaense de Educa\u00e7\u00e3o Qu\u00edmica, a Escola de Ver\u00e3o em Educa\u00e7\u00e3o Qu\u00edmica, o Encontro Centro-Oeste de Debates sobre Ensino de Qu\u00edmica, o Encontro da Rede Rio de Ensino de Qu\u00edmica e o Encontro Nacional de Pesquisa em Educa\u00e7\u00e3o em Ci\u00eancias. Al\u00e9m desses e das v\u00e1rias semanas acad\u00eamicas relacionadas aos cursos de licenciatura em Qu\u00edmica, cabe ressaltar o pioneiro de todos eles, que foi o Encontro de Debates sobre Ensino de Qu\u00edmica, iniciado em 1980 no Rio Grande do Sul. Na esteira desses debates que tem tomado corpo nos \u00faltimos anos, fomentadas, sobretudo, pelos eventos cient\u00edficos, emergem alguns novos, como Simp\u00f3sio Mineiro de Educa\u00e7\u00e3o Qu\u00edmica (SMEQ), que chega a sua quinta edi\u00e7\u00e3o em 2019 e tem buscado qualificar as discuss\u00f5es que perpassam a \u00e1rea de Educa\u00e7\u00e3o Qu\u00edmica em n\u00edvel nacional e internacional. Sobre o hist\u00f3rico dos SMEQs, o primeiro deles aconteceu em Outubro de 2011 na Universidade Federal de Vi\u00e7osa (UFV), representando a retomada de esfor\u00e7os da comunidade acad\u00eamica no sentido de reunir, compartilhar experi\u00eancias e integrar os professores da Educa\u00e7\u00e3o B\u00e1sica e Superior em a\u00e7\u00f5es formativas, al\u00e9m de discutir os rumos da Educa\u00e7\u00e3o Qu\u00edmica no estado de Minas Gerais e no Brasil. Neste evento, buscou-se resgatar as discuss\u00f5es j\u00e1 iniciadas nos Encontros Mineiros de Ensino de Qu\u00edmica (EMEQs), que teve a sua terceira e \u00faltima edi\u00e7\u00e3o em 2003 na UFV. Esse encontro, que era bienal, n\u00e3o foi realizado nos anos de 2005, 2007 e 2009, sendo resgatado em 2011 com uma proposta que buscava discutir a Educa\u00e7\u00e3o Qu\u00edmica e as novas perspectivas para a (re)constru\u00e7\u00e3o dos saberes na contemporaneidade. Cabe destacar que a mudan\u00e7a no nome se justificou pela demarca\u00e7\u00e3o de uma nova fase para o evento, ap\u00f3s uma interrup\u00e7\u00e3o de oito anos, buscando representar, de alguma forma, o que acontecia em um novo panorama educacional, social e pol\u00edtico no Brasil, sobretudo ao considerarmos que as discuss\u00f5es voltadas ao campo educacional se adensavam com pol\u00edticas p\u00fablicas que vinham sendo consolidadas naquela ocasi\u00e3o, tal como o Programa Institucional de Bolsas de Inicia\u00e7\u00e3o a Doc\u00eancia (PIBID), o Programa das Licenciaturas Internacionais (PLI) e o novo ENEM (Exame Nacional do Ensino M\u00e9dio). Dessa forma, professores e pesquisadores de Minas Gerais com atua\u00e7\u00e3o voltada ao ensino de Ci\u00eancias\/Qu\u00edmica foram consultados na ocasi\u00e3o, de modo que pudessem opinar sobre a referida altera\u00e7\u00e3o. Aqueles que retornaram em tempo h\u00e1bil, demonstraram apoio \u00e0 iniciativa, considerando-a relevante. Dessa forma, o EMEQ foi retomado com o mesmo prop\u00f3sito de antes, mas com o nome de Simp\u00f3sio Mineiro de Educa\u00e7\u00e3o Qu\u00edmica. Al\u00e9m disso, destaca-se que o ano de 2011 foi muito significativo para a retomada desse evento, pois se comemorou naquela ocasi\u00e3o o Ano Internacional da Qu\u00edmica, marcado pelo centen\u00e1rio do Pr\u00eamio Nobel de Qu\u00edmica concedido \u00e0 Marie Curie em reconhecimento aos estudos que conduziram \u00e0 descoberta dos elementos R\u00e1dio e Pol\u00f4nio, al\u00e9m do isolamento do R\u00e1dio e o estudo da natureza dos compostos deste elemento. Esse ano simb\u00f3lico representou um momento oportuno para se colocar em discuss\u00e3o os importantes debates educacionais no campo da Qu\u00edmica, de modo que, doravante, eles fossem um marco para o recome\u00e7o desse evento e a integra\u00e7\u00e3o da comunidade que integra os Educadores Qu\u00edmicos de Minas Gerais e do Brasil. O retorno do evento trouxe relevantes contribui\u00e7\u00f5es a todos os envolvidos com a doc\u00eancia na Educa\u00e7\u00e3o B\u00e1sica, Superior e com a forma\u00e7\u00e3o de professores nos cursos de Gradua\u00e7\u00e3o e P\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o. Esse espa\u00e7o de encontro tem representado um momento para o crescimento conjunto das educadoras qu\u00edmicas e dos educadores qu\u00edmicos, al\u00e9m de fomentar projetos formativos com o potencial para contribuir, de forma relevante, na \u00e1rea de Educa\u00e7\u00e3o Qu\u00edmica tanto em Minas Gerais quanto em todo o Brasil. Ainda sobre a cronologia dos SMEQs, em setembro de 2013 a segunda edi\u00e7\u00e3o foi realizada na Universidade Federal de Lavras (UFLA), com o tema Compartilhando saberes e ressignificando os espa\u00e7os educativos. J\u00e1 o III SMEQ, realizado em setembro de 2015, aconteceu na Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), com a proposta de discutir o tema A forma\u00e7\u00e3o docente e a valoriza\u00e7\u00e3o do professor de Qu\u00edmica. Em 2017, a IV edi\u00e7\u00e3o do SMEQ aconteceu na Universidade Federal de Uberl\u00e2ndia e teve como tema norteador \u201cInclus\u00e3o, diversidade e pluralidade no ensino de Qu\u00edmica\u201d. Em 2019 o V SMEQ ser\u00e1 acolhido na Universidade Federal de S\u00e3o Jo\u00e3o del Rei, com a tem\u00e1tica \u201cCulturas, Discursos e Humaniza\u00e7\u00f5es na Educa\u00e7\u00e3o Qu\u00edmica\u201d. Destaca-se ainda que 2019 \u00e9 o Ano Internacional da Tabela Peri\u00f3dica, fazendo do evento mais significativo quanto ao seu prop\u00f3sito formativo. Assim, os principais objetivos das cinco edi\u00e7\u00f5es do SMEQ foram: (i) congregar professores, pesquisadores, estudantes e demais interessados na \u00e1rea de Educa\u00e7\u00e3o em Qu\u00edmica; (ii) socializar e discutir pesquisas e projetos educativos; e (iii) permitir aos professores e estudantes se envolverem com as discuss\u00f5es e propostas recentes voltadas ao ensino de Ci\u00eancias\/Qu\u00edmica, tendo o foco na forma\u00e7\u00e3o inicial e continuada de professores. Al\u00e9m disso, destaca-se que os SMEQs est\u00e3o trazendo \u00e0 tona, de algum modo, discuss\u00f5es que vem afligindo a sociedade e que v\u00e3o muito al\u00e9m dos conte\u00fados, com destaque para as quest\u00f5es culturais de g\u00eanero, racismo, fronteiras \u00e9tnicas e religiosas, interseccionalidades, direitos humanos etc. Este tem sido o tom das \u00faltimas edi\u00e7\u00f5es, que buscou dar voz e atribuir um lugar de destaque aos aspectos humanos e sociocient\u00edficos do conhecimento. Para 2021, ele ser\u00e1 acolhido por alguma institui\u00e7\u00e3o mineira ainda a ser definida, de modo a n\u00e3o deixarmos essa chama se apagar no estado de Minas Gerais. Sobre a tem\u00e1tica do pr\u00f3ximo evento, pode-se palpitar algo em torno da \u201cEduca\u00e7\u00e3o Qu\u00edmica e o futuro do professor do futuro: catalisando transforma\u00e7\u00f5es para construir uma sociedade mais justa, humana e igualit\u00e1ria para todas e todos\u201d. Essa \u00e9 apenas uma sugest\u00e3o que certamente ser\u00e1 lapidada pelo tempo e pelas muitas influ\u00eancias do provir no campo da Educa\u00e7\u00e3o. Por isso, estaremos atentos \u00e0s eventuais mudan\u00e7as intransigentes que nos assolar e respondendo a elas como guardi\u00f5es de uma educa\u00e7\u00e3o libertadora que se faz por meio de uma Ci\u00eancia humana, cr\u00edtica e reflexiva. Avante, sempre!<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>[vc_row type=&#8221;in_container&#8221; full_screen_row_position=&#8221;middle&#8221; scene_position=&#8221;center&#8221; text_color=&#8221;dark&#8221; text_align=&#8221;left&#8221; overlay_strength=&#8221;0.3&#8243; shape_divider_position=&#8221;bottom&#8221;][vc_column column_padding=&#8221;no-extra-padding&#8221; column_padding_position=&#8221;all&#8221; background_color_opacity=&#8221;1&#8243; background_hover_color_opacity=&#8221;1&#8243; column_link_target=&#8221;_self&#8221; column_shadow=&#8221;none&#8221; column_border_radius=&#8221;none&#8221; width=&#8221;1\/1&#8243; tablet_width_inherit=&#8221;default&#8221; tablet_text_alignment=&#8221;default&#8221; phone_text_alignment=&#8221;default&#8221; column_border_width=&#8221;none&#8221; column_border_style=&#8221;solid&#8221;][vc_column_text][\/vc_column_text][\/vc_column][\/vc_row] Science education: both personal&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"parent":0,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","meta":{"spay_email":""},"jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/PawMLX-1GO","_links":{"self":[{"href":"http:\/\/vsmeq.ufsj.edu.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/6498"}],"collection":[{"href":"http:\/\/vsmeq.ufsj.edu.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"http:\/\/vsmeq.ufsj.edu.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/vsmeq.ufsj.edu.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/vsmeq.ufsj.edu.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=6498"}],"version-history":[{"count":13,"href":"http:\/\/vsmeq.ufsj.edu.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/6498\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":6578,"href":"http:\/\/vsmeq.ufsj.edu.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/6498\/revisions\/6578"}],"wp:attachment":[{"href":"http:\/\/vsmeq.ufsj.edu.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=6498"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}